Após 4 meses de escuridão, o Sol finalmente nasceu em 11 de agosto na Estação de Pesquisa Concordia, na Antártida. Na imagem, o médico da agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) Stijn Thoolen (à esquerda) e o engenheiro Wenceslas Marie-Sainte (à direita) – que compõem a tripulação de 12 integrantes – fazem uma ‘saudação ao Sol’.
Eles já estão na base por 9 meses, em um dos ambientes mais isolados, confinados e extremos da Terra, realizando experimentos em fisiologia e biologia humana, física atmosférica, meteorologia e astronomia, entre outras disciplinas, além de manter a base – uma das 3 existentes na Península Antártica.
Por 4 meses, a escuridão é total, o que impõe um enorme desafio aos pesquisadores: além dos experimentos, a dinâmica social também é um assunto que interessa aos pesquisadores durante o período de escuridão, já que o estresse provocado pela falta de luz solar, alteração dos padrões de sono, fadiga e mau humor podem afetar o grupo.
Agora, a equipe de inverno começa a se preparar para o verão, e para o retorno dos cientistas que chegam para os meses mais quentes, a partir de novembro.
Foto: ESA/Ipev/PNRA-S. Thoolen


