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Explosão de raios gama na Via Láctea

Uma imagem composta de raios-X (azul) – feita pelo observatório de raios-X Chandra – e infravermelho (vermelho e verde) – feita pelo Observatório Palomar – de 2004 do remanescente da supernova W49B, revela uma nebulosa em forma de ‘barril’ que consiste em anéis infravermelhos brilhantes em torno de uma barra brilhante de intensa radiação X…

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Uma imagem composta de raios-X (azul) – feita pelo observatório de raios-X Chandra – e infravermelho (vermelho e verde) – feita pelo Observatório Palomar – de 2004 do remanescente da supernova W49B, revela uma nebulosa em forma de ‘barril’ que consiste em anéis infravermelhos brilhantes em torno de uma barra brilhante de intensa radiação X ao longo do eixo – raios produzidos por 15 milhões de graus Celsius de gás  rico em íons de ferro e níquel.

Nas extremidades do ‘barril’, a emissão de raios-X se espalha para formar uma capa quente. A tampa de raios-X é cercada por uma nuvem achatada de moléculas de hidrogênio detectadas no infravermelho.

Explosão de raios gama na Via Láctea

Essas características indicam que os jatos de gás quente produzidos na supernova encontraram uma nuvem grande e densa de gás e poeira.

Foto: Nasa/CXC/SSC/J. Keohane et al. (raio-X); Caltech/SSC/J.Rho e T. Jarrett (infravermelho), via Fotos Públicas

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