O Antropoceno, era geológica que estabelece os impactos humanos sobre a natureza, será problematizado enquanto fonte de opressões em nova aula aberta do programa Apontamentos – Cinco notas para superar o Antropoceno, com Raquel Noronha -, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) – em São Luís -, nesta sexta-feira, 7 de março, às 10h.
Feminismos, contracolonialidade, diversidade epistêmica, corporeidade e narrativas são alguns dos eixos que serão acionados por Raquel Noronha em Cinco notas para superar o Antropoceno às vésperas do Dia Internacional da Mulher.
Uma das propostas é romper com a ideia de que só o conhecimento ocidental é válido e com sistemas de opressão ligados ao capitalismo, racismo, patriarcado e exploração ambiental. A aula vai debater como o feminismo, a diversidade de saberes, os corpos e as narrativas ajudam a imaginar outros futuros para além das crises do Antropoceno. Tudo isso envolve pensar um mundo mais plural, justo e conectado com diferentes formas de existir e saber.
Raquel Noronha é designer, mestre e doutora em ciências sociais e professora associada da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Raquel coordena o Nida, grupo de pesquisas narrativas em inovação, design e antropologia, a partir de uma visão decolonial sobre o design.
O CCVM fica na rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís. A programação é gratuita.



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