Depois de conquistar mais de 300 mil espectadores e receber importantes indicações e premiações, O Céu da Língua chega a São Luís para três apresentações no Teatro Arthur Azevedo, nos dias 16, 17 e 18 de julho. As apresentações ocorrem na quinta e sexta-feira, às 19h, e no sábado, às 18h30, com ingressos entre R$ 60 e R$ 160. O espetáculo é estrelado por Gregorio Duvivier e dirigido por Luciana Paes.
Em cena, humor, poesia e reflexões sobre língua portuguesa se misturam em um monólogo leve e envolvente. A montagem convida público a enxergar beleza, criatividade e diversão presentes nas palavras usadas diariamente.
Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30Escrito por Luciana Paes (que também assina a direção) e Gregorio Duvivier, a peça já foi vista por mais de 300 mil espectadores, e agora vai passar por São Luís, dias 16, 17 e 18 de julho, quinta e sexta, às 19h, e sábado às 18h30
O espetáculo reúne importantes reconhecimentos: Gregorio Duvivier conquistou o Prêmio Bibi Ferreira 2025 na categoria ‘Melhor Ator em Peça de Teatro’, tendo sido indicado nas categorias de ‘Melhor Peça de Teatro’, ‘Melhor Direção de Peça de Teatro’ e ‘Desenho de Luz em Peça de Teatro’. No Prêmio do Humor RJ 2026 foi vencedor nas categorias ‘Texto’ e ‘Espetáculo’, além de ter sido indicado nas categorias de ‘Direção’ e ‘Performance‘. O espetáculo ainda recebeu indicação ao 36º Prêmio Shell de Teatro na categoria ‘Iluminação’ e está concorrendo ao 20º Prêmio APTR de Teatro, nas categorias ‘Dramaturgia’, ‘Ator’, ‘Espetáculo’, ‘Produção de Teatro’ e ‘Iluminação’.
Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico O Céu da Língua, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.
“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.
A direção é da atriz Luciana Paes, que também divide a dramaturgia do espetáculo com Gregorio. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, figurino de Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente e luz de Ana Luzia de Simoni, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designerTheodora Duvivier manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora:
“Acredito que o Gregorio tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.
O Céu da Língua não é um recital e tampouco o artista declamará Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia não deixa de ser poética neste ‘stand-up comedy pegadinha’, como ela bem define.
“O Gregorio simpático e engraçado está no palco ao lado do Gregorio intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e imagino que, por isso, a plateia deve embarcar na proposta”, aposta a diretora. “Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído e ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado”.
Toda linguagem é um acordo e, se você entende, tudo bem. Gregorio, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista, por exemplo, brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados.
As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como ‘irado’, ‘sinistro’ e ‘brutal’, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como ‘atravessamento’, ‘namorido’ ou ‘almojanta’? Até destas Gregorio extrai humor.
Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – ‘batata da perna’, ‘céu da boca’, ‘pisando em ovos’. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos.
Nesta cumplicidade com a plateia, Gregorio mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de O Céu da Língua está relacionada ao espetáculo Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregorio e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.
Na turnê pelo Nordeste, o público também poderá adquirir itens exclusivos da lojinha oficial do espetáculo diretamente no link de vendas dos ingressos pela sympla ou diretamente no teatro antes e depois de cada sessão. Entre os produtos disponíveis estão o livreto O Céu da Língua, o livro Aos Pés da Letra (Editora Companhia das Letras), ecobag, camisetas nas cores off white e preta, em diferentes tamanhos, versões do Caderno Azul (com e sem pauta) com acabamento em verniz ou dourado acompanhados de lápis.
Deixe uma resposta