A 3ª edição do Reggae Night Brasilis vai movimentar a Jamaica Brasileira no dia 30 de outubro, na Área de Vivência do Sesc Deodoro e no Cinema Sesc (Centro de São Luís). A programação vasta, que começa às 11h30, inclui Feira Afro Ludovicense, discotecagem, roda de conversa, intervenção com trancistas, apresentação do grupo Dança Black Woman, Noite do Vinil e muito mais.
A discotecagem será comandada por Asa Branca Vinil, das 11h30 às 13h. Paralelamente, ocorrerão a Feira Afro Ludovicense, reunindo artesanato e outros produtos ligados ao reggae; intervenção com Trancistas (das 11h30 às 13h e das 18h às 19h30) e apresentação do grupo Dança Black Woman.
Às 17h, será realizada roda de conversa sobre o tema “O impacto do movimento reggae no turismo cultural”, com os debatedores Sâmya Campos (assessora da Secretaria de Turismo do Maranhão), George Cia (proprietário da Casa Rotatória Reviver) e Italo Carvalho (Iblack Brasil). A mediação será do DJ e radialista Marcus Vinícius.
A Noite do Vinil começará às 19h, com discotegam do DJ Jorge Black, DJ Helena Melo, DJ Marcos Vinícius, Asa Branca Vinil e no embalo da Radiola Roots FM. Também haverá participação de grupo de dança mostrando os passos característicos e como bailar o tradicional reggae agarradinho de São Luís.
O projeto
O Reggae Night Brasilis, promovido pelo Sesc, é uma celebração que envolve arte, cultura, memória e identidade, reforçando o reggae como patrimônio cultural, meio de desenvolvimento social e gerador de oportunidades.
O evento integra o Projeto Identidades Brasilis, que está na sexta edição e busca evidenciar as contribuições das populações negra e indígena na produção cultural, história, artes, memória e patrimônio do país. Foi idealizado pelo Departamento Nacional/RJ em 2020, já tendo sido realizado em diversos estados. A iniciativa retorna ao Maranhão neste ano, após uma pausa em 2025.
O objetivo é fortalecer o diálogo com o movimento reggae, forte expressão cultural no Maranhão, além de reforçar que o ritmo jamaicano transcende os clubes e salões. É um movimento cultural, social, político e econômico que ultrapassa a música e a dança, envolvendo identidade, pertencimento, memória, turismo cultural e economia criativa.
O ritmo movimenta festas, radiolas, DJs, grupos de dança, artesanato, moda, trancistas, produção cultural e geração de renda, fortalecendo diversos setores, como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio informal.








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